Arquivos Brasília - Blog do Callado

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Ricardo Callado18/09/20181min

Por Dayana Vítor

Trinta e uma mil e cinquenta e quatro pessoas foram convocadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, TRE-DF para atuar como mesários nas eleições de 2018. Destes, vinte e cinco mil e novecentos e trinta e cinco são voluntários.

Para trabalhar no evento os convocados receberão treinamento até do dia vinte e nove de setembro.

A funcionária pública Adalgisa Martins, que trabalhará como presidente de mesa, destaca a importância de participar do processo eleitoral.

No último sábado noventa pessoas receberam capacitação no Auditório do Colégio La Salle.

Durante o curso foram explicadas as ações que deverão ser desenvolvidas pelos agentes eleitorais, identificação do eleitor, fiscalização, propaganda, sigilo de votação e auditoria.

Neste ano são oferecidos cursos presenciais para as pessoas que atuarão como presidentes de mesa, primeiros secretários, agentes de informação e supervisores de local.


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Ricardo Callado17/09/20188min

O cigarro prejudica a fertilidade? A mulher é a principal responsável pela infertilidade conjugal? Homens que fizeram vasectomia não podem mais ter filhos? As mulheres são férteis até à menopausa? Para engravidar o casal deve ter relações todos os dias? O uso de anticoncepcional por tempo prolongado prejudica a fertilidade feminina? As Doenças Sexualmente Transmissíveis podem causar infertilidade? Mulheres que praticam esportes e atividades físicas intensas podem ter dificuldade para engravidar? Quem faz tratamentos para engravidar sempre tem gêmeos? As tratamentos quimioterápicos podem afetar a fertilidade?

Essas e muitas outras questões são dúvidas comuns de boa parte da população. A infertilidade atinge cerca de 15% da população brasileira em idade reprodutiva e afeta o sonho de ter filhos de muitos casais. A infertilidade conjugal é caracterizada como a situação em que um casal, após um ano de tentativa, tendo vida sexual ativa e sem usar medidas anticoncepcionais, não consegue obter uma gravidez. A vida reprodutiva é consequência natural da saúde sexual e quando não ocorre a gestação espontânea é importante buscar esclarecimento e ajuda especializada.

No passado a infertilidade era atribuída exclusivamente às mulheres, mas, atualmente, já é constatado que o homem divide, igualmente, com a mulher a responsabilidade. Apesar da infertilidade masculina ainda ser tratada como um tabu, os fatores masculinos são responsáveis por 40% dos casos de infertilidade conjugal. Outros 40% dos casos são atribuídos à mulher e em 20% dos casos o problema é resultado de uma combinação de fatores em ambos os parceiros ou de causas desconhecidas. “O casal com dificuldade para ter filhos deve buscar ajuda com um especialista, a investigação da infertilidade deve ser feita no homem e na mulher”, esclarece o médico Vinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.

O pico de fertilidade da mulher é entre os 20 e 25 anos de idade. Após os 30 anos e, principalmente, depois dos 35, a fertilidade feminina entra em declínio progressivo. A idade da mulher é um dos fatores naturais que afetam a sua capacidade reprodutiva. “Uma mulher com menos de 35 anos pode esperar até um ano para que aconteça a gravidez. Se atingiu 35 anos, o prazo de espera não deve ultrapassar seis meses. Após os 40 anos se a mulher deseja engravidar deve, de imediato, iniciar a investigação da sua capacidade fértil”, explica Jean Pierre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum

Várias são as causas que podem levar à infertilidade na mulher, dentre elas as doenças sexualmente transmissíveis (DST’s), os distúrbios hormonais, obstrução nas trompas, problemas de malformação ou tumores no útero, endometriose e ovários policísticos. No homem, a varicocele (varizes na bolsa escrotal) é uma das causas mais comuns da infertilidade e consiste na dilatação anormal das veias que drenam o sangue na região dos testículos. A baixa produção de espermatozoides pelo testículo, causada por alterações hormonais, a mobilidade dos espermatozoides e a qualidade do sêmen são alguns dos fatores que influenciam na fertilidade masculina. Há também causas genéticas em pacientes que não têm espermatozoides (azoospermia) ou que apresentam uma concentração inferior a cinco milhões de espermatozoides por mililitro de sêmen (oligozoospermia severa).

Outros fatores também podem influenciar a saúde reprodutiva como o estresse, tabagismo, obesidade, poluição, consumo de álcool e de drogas e o uso de alguns medicamentos.

As DST’s podem causar danos no aparelho reprodutor nos dois sexos e levar à infertilidade. Nas mulheres, por exemplo, podem provocar obstrução das trompas, impedindo a gravidez pelo processo natural. Nos homens, a gonorreia e a clamídia são capazes de causar obstrução dos canais por onde transitam os espermatozoides – os condutos deferentes. “A melhor forma para prevenir essas doenças, que podem levar, dentre outras consequências, à infertilidade, é praticar o sexo seguro com uso do preservativo em todas as relações sexuais,” orienta o médico Vinicius Medina Lopes.

Não fumar, ter uma alimentação saudável e equilibrada, praticar atividade física regularmente, manter-se no peso adequado, evitar o consumo de álcool em excesso, não usar drogas, dormir bem, controlar o estresse e a ansiedade contribuem para diminuir os riscos de infertilidade.

“Para aumentar as chances de uma gravidez natural, os casais precisam ter vida sexual ativa, com boa frequência semanal de relações que não devem ser restritas à fase fértil”, conclui Jean Pierre Barguil Brasileiro

Sobre o Instituto Verhum

Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica, psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.

Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum tem unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.


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Ricardo Callado17/09/20187min

O projeto tem o objetivo de capacitar mulheres e incentivar o empreendedorismo feminino. Serão realizados workshops, talk shows, palestras e oficinas com vivências e dinâmicas

Ser empreendedora é o sonho de muitas mulheres, mas as instabilidades, o preconceito, os medos e incertezas impedem muitas de transformarem o desejo em realidade. Pensando nisso, a BPW BRASÍLIA-DF (Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais) inicia, no próximo dia 20 de setembro, o projeto Academia Mulher Empreendedora, que vai contar a expertise de grandes profissionais, referências de empreendedorismo no país. A estreia da ação vai contar com a palestra “Você: onde e como deixar sua marca”, da diretora de Operações da Brasília School of Business, Cleoní Tomazella. O evento é gratuito e será realizado na Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), entre 19h e 22h.

Durante o painel, Cleoní vai contar a trajetória dela que começou como empregada doméstica e enfrentou diversos desafios no mundo corporativo, por ser mulher, até se tornar uma grande executiva. Hoje ela é mestre em Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação, professora de pós-graduação e palestrante. “Iniciar o Academia Mulher Empreendedora com a palestra da Cleoní é, sem dúvida, um privilégio”, destaca a presidente da BPW BRASÍLIA-DF, Cristina Melo. “Criamos o projeto com o objetivo de contar a história de mulheres que acreditam que sonhos podem ser realizados. Queremos descobrir o que existe de comum nas mulheres que se desenvolvem e alcançam o sucesso e que isso possa ser disseminado para mais e mais mulheres e que estas sigam o mesmo caminho formando uma rede de protagonistas de sucesso”, revela.

Além da história de vida, a palestrante vai explorar pontos primordiais para quem pretende empreender: planejamento, foco em resultado, persistência e resiliência. “De uma forma descontraída, mas direcionada, destaco a importância de ter metas e objetivos claros. Por ser uma história real, vivida por mim e que ainda está em processo de ascensão, ficará claro para quem estiver assistindo a palestra, que somos responsáveis e protagonistas da nossa própria história”, explica Cleoní Tomazella. Após a apresentação, os participantes poderão fazer perguntas à convidada, que responderá aos questionamentos.

A proposta do Academia Mulher Empreendedora é capacitar mulheres para o mercado e proporcionar o desenvolvimento de habilidades pessoais. Para isso, o objetivo é realizar palestras, talk shows, workshops e oficinas com vivências e dinâmicas, explorando temas como:  coaching, design thinking, criatividade, gestão financeira, liderança, empreendedorismo, ética, organização, mídias sociais, comunicação e marketing.  “Nosso país é riquíssimo de histórias de mulheres empreendedoras, que conseguiram desenvolver ações inovadoras e negócios ambiciosos. Temos o compromisso de tornar conhecidos esses projetos e, desta forma, motivar cada vez mais o empreendedorismo feminino”, ressalta a vice-presidente da BPW BRASÍLIA-DF, Marília Furlan.

O evento é gratuito e os interessados em participar podem se inscrever pelo link: https://www.sympla.com.br/academia-mulher-empreendedora__356647

Sobre a palestrante – Natural de Maringá/PR, Cleoní Tomazela é Formada em Administração de Empresas pela UNIPAR (Universidade Paranaense) e pós-graduada em Administração Financeira e Contábil; Marketing e Propaganda. MBA em Liderança e Coaching e formação clássica em PNL (Programação Neuro Linguística). Mestrado em Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação, pela Universidade Católica de Brasília. Foi Executiva do Grupo Gerdau por mais de 15 anos. Hoje é Diretora da BSB (Brasilia School of Business) e professora nos cursos de pós-graduação da Unieuro (Centro Universitário Euroamericano), FGV (Fundação Getúlio Vargas), além de palestrante motivacional e em ferramentas de gestão.

 

Sobre a BPW – A Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais é uma Organização Não Governamental, apartidária, sem fins lucrativos. Da sigla em inglês, Business and Professional Women, a organização internacional conta com mais de 40 mil mulheres associadas em todo o mundo. Fundada na Suíça em 1930, pela Dra. Lena Madesin Philips, está presente em mais de 100 países, onde realiza projetos que fomentam o empreendedorismo, a capacitação de lideranças e implementam projetos de responsabilidade social para melhorar a qualidade de vida de mulheres e meninas em todo o mundo. A BPW tem representatividade em agências internacionais como a ONU, ECOSOC, CSW, OEA, OIT, participa de eventos públicos e privados, que discutem, apoiam e fiscalizam o desenvolvimento das políticas públicas para mulheres e cumprimento dos acordos internacionais.

Serviço

1ª edição Academia Mulher Empreendedora

Data e Horário: 20/09, entre 19h e 22h

Local: Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF): Setor Comercial Sul, Quadra 2

EVENTO GRATUITO

Inscrições: https://www.sympla.com.br/academia-mulher-empreendedora__356647

 


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Ricardo Callado17/09/20184min

Consultor condominial há 30 anos, Aldo Júnior tem experiência na área e sabe que é preciso responsabilidade e profissionalismo para gerenciar e lidar com a verba de um condomínio.

Grande parte da população vive em condomínios hoje em dia, seja pela segurança ou pela comodidade de ter muitas opções de lazer em um mesmo espaço.  Mas apesar das vantagens, os moradores precisam ter atenção em como o lugar está sendo gerenciado. Como em uma cidade, o condomínio tem regras: um síndico para gerenciar e condôminos, que devem seguir as normas e fiscalizar a atuação do gestor. Muitas vezes, no entanto, moradores pagam o valor cobrado pelo condomínio sem procurar saber como o dinheiro está sendo aplicado e sem exigir prestação de contas; é aí que as fraudes podem acontecer.

De acordo com o consultor condominial e diretor da JR Office, o Dr. Condomínio Aldo Júnior, o síndico tem responsabilidades muito sérias, tanto que ele pode responder civil e criminalmente por qualquer ação que ocorre dentro do edifício que ele gerencia. Por isso, quando a pessoa decide assumir o cargo, ela precisa conhecer bem os direitos e os deveres que a função imprime. Outro fator importante para que a gestão do lugar funcione é o morador fiscalizar como o dinheiro está sendo empregado. “Síndico e condôminos precisam trabalhar juntos para que exista uma harmonia e todos sejam beneficiados. É preciso sempre ter muita cautela, porque lidar com o dinheiro de terceiros sempre pode gerar muitas confusões”, revela o consultor. “Para o gestor condominial, eu sempre aconselho a ter todos os registros de tudo que é feito e sempre prestar contas da verba utilizada. Isso é primordial! Já para os moradores, é sempre importante lembrá-los que eles também têm deveres a cumprir e devem ter atenção ao que acontece no lugar onde moram”, explica o dr. Aldo Júnior.

Dentre as funções do síndico estão a de gerenciar o condomínio, para isso ele deve pagar em dia as contas do lugar, convocar assembleias quando necessário, sugerir melhorias para a edificação, acompanhar de perto o trabalho dos funcionários, executar campanhas de conscientização, apresentar documentos que prestem contas aos moradores do que foi gasto. Aos moradores, cabe a função de auxiliar o síndico cumprindo as normas e cobrando quando necessário. Além disso, alguns cuidados podem ser tomados para se evitar o desvio de verba, como as dicas sugeridas pelo Dr. Condomínio:

1)Antes de votar, tente descobrir quem é o candidato a síndico;

2) Monte um conselho fiscal que atue junto com o sindico;

3) Exija a prestação de contas do condomínio;

4) Quando existir a suspeita de fraude, contrate uma auditoria no condomínio para apurar tecnicamente e levantar provas para acionar o Judiciário


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Ricardo Callado17/09/20182min

Por Gilberto Costa

A quarta edição da The Street Store recebeu doações de seis mil itens como peças de roupa, sapatos, cobertores e brinquedos para redistribuição a moradores de rua do Distrito Federal e pessoas em situação de vulnerabilidade.
De acordo com Marcela Nóbrega, do coletivo Dente de Leão, responsável pelo evento em Brasília desde 2015, as doações atenderam de 460 a 500 moradores de rua. O evento ocorreu próximo à Rodoviária do Plano Piloto, no centro da capital federal.

The Street Store é chamada pelos organizadores como “uma loja de rua sem fins lucrativos” e ocorre em diferentes países, com mais de 700 lojas pelo mundo, de acordo com o site da campanha.

“Qualquer pessoa pode fazer uma loja”, recomenda Marcela Nóbrega ao lembrar que a mobilização “combate a invisibilidade” e “ajuda a recuperar a dignidade das pessoas”, que podem se vestir com roupas doadas ainda em bom estado.

De acordo com Marcela, mais da metade das vestimentas doadas hoje foram peças de modelo e tamanho femininos. Ela estima, no entanto, que 70% dos 3 mil moradores de rua no DF são homens.

Desde 2015, a campanha arrecadou em Brasília mais de 13,5 toneladas em doações. Para fazer a distribuição e montar as lojas temporárias, a campanha conta com a ajuda de mais de 370 voluntários e apoio de mais de 50 parceiros privados.


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Ricardo Callado15/09/20182min

Sindicato entrou com mandado de segurança na Justiça contra a medida

Na próxima terça-feira (18), os servidores da assistência social do Governo do Distrito Federal (GDF) fazem manifestação contra o corte da Gratificação por Políticas Públicas (GPS) dos salários dos aposentados da carreira da assistência social. Convocado pelo Sindicato dos Servidores da Assistência Social do GDF (Sindsasc), o ato será às 15h na sede do Instituto de Previdência Social dos Servidores do DF (Iprev), no SHCS Quadra 6, Bloco A, Asa Sul.

Além do protesto, o Sindsasc entrou com um mandado de segurança, que foi colocado para julgamento na 5ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). O relator, desembargador Silva Lemos, deu prazo para que o GDF se manifeste até o próximo dia 21.

O presidente do Sindsasc, Clayton Avelar, lembra que a gratificação é um direito adquirido e que a contribuição previdenciária deduzida dos salários dos servidores incidia sobre ela. “O que o governador Rollemberg está fazendo é mais um ataque contra os servidores”, afirma.

A gratificação, importante para a composição salarial da categoria tem sido cortada dos rendimentos de todos os servidores aposentados e a previsão, segundo o sindicato, é que o corte passe a ocorrer para os novos aposentados da categoria. As prévias dos contracheques dos aposentados já estão sem a GPS. Os que se aposentaram a partir de maio deste ano já sofrem com a dedução da gratificação. Quem está prestes a se aposentar também deve sofrer a perda.


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Ricardo Callado15/09/20184min

Terceiro lote do benefício começou a ser pago nesta quinta-feira (13). Ao todo, cerca de 355 mil trabalhadores ainda têm direito ao saque no estado

Os trabalhadores do Distrito Federal ainda podem sacar mais de R$ 268,2 milhões do Abono Salarial ano-base 2017. O pagamento do terceiro lote do benefício – para trabalhadores da iniciativa privada nascidos em setembro e para servidores públicos com final de inscrição 2 – começou nesta quinta-feira (13). No total, mais de 355 mil trabalhadores ainda têm direito ao benefício no estado, segundo estimativa do Ministério do Trabalho (MTb).

O valor a ser pago no Distrito Federal é o segundo maior da Região Centro-Oeste. Até o final de agosto, nos dois primeiros lotes, foram pagos R$ 46,7 milhões, para aproximadamente quase 62 mil trabalhadores, o que representa 14,85% do total de aproximadamente 417 mil beneficiários identificados.

Nacional – O terceiro lote do Abono Salarial ano-base 2017 prevê o pagamento de R$ 1,4 bilhão para 1,9 milhão de trabalhadores em todo o País. Até o final deste ano, serão liberados os pagamentos para nascidos entre julho e dezembro. O saque para quem nasceu de janeiro a junho será feito no ano que vem.

O prazo final para todos os trabalhadores é 28 de junho de 2019. No total, podem ser pagos R$ 18,1 bilhões a 23,5 milhões de trabalhadores.

Quem tem direito – Tem direito ao abono salarial ano-base 2017 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2017 – com remuneração mensal média de até dois salários mínimos – e teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

A quantia concedida é proporcional ao tempo trabalhado formalmente em 2017. Quem esteve empregado o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é de 1/12, e assim sucessivamente

Trabalhadores da iniciativa privada devem procurar a Caixa Econômica Federal. A consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-726 02 07. Para servidores públicos, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729 00 01.

O calendário dos pagamentos do Abono Salarial ano-base 2017 está disponível no site do Ministério do Trabalho.


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Ricardo Callado15/09/20185min

De acordo com levantamento, são 22 mortes de mulheres este ano

“Vamos lembrar de Talita Silva Martins. Ela foi assassinada em casa pelo namorado. Teve o corpo amassado e incendiado na Samambaia. Talita, presente!”. O relato era uma referência à mulher assassinada pelo companheiro em 14 de maio na região administrativa de Samambaia, região administrativa do Distrito Federal, que fica a 30 quilômetros do centro de Brasília.

A fala foi feita na região central da cidade, em uma caminhada em que dezenas de mulheres protestaram contra 22 casos de feminicídio registrados somente neste ano na capital do país. O ato também teve como objetivo cobrar respostas contra o assassinato da ex-vereadora do PSOL do Rio de Janeiro Marielle Franco, alvejada por diversos tiros em um bairro carioca em março de 2014.A manifestação foi organizada pelo movimento Plataforma Feminista, criado por diversas organizações e ativistas para pautar o combate à desigualdade de gênero nas eleições deste ano. As militantes se concentraram na rodoviária do Plano Piloto (nome dado à região central de Brasília) e caminharam até a Praça Zumbi dos Palmares, em uma das quadras do Setor Comercial Sul. Lá, acenderam velas para lembrar das mulheres mortas e repudiar a violência de que foram vítimas.

“O Brasil é o quinto país que mais mata mulheres no mundo. Isso não é normal. Chega. Chega de machismo. Direito à vida, queremos viver, sermos felizes”, disse uma das manifestantes. “Que sejamos respeitadas, que venhamos a ocupar os nossos lugares. Por nenhuma a menos. Respeito por todas nós”, afirmou outra participante do ato.

Segundo a integrante do Fórum de Mulheres do Distrito Federal e Entorno, Leonor Costa, os números são assustadores. “Houve aumento do ano passado pra cá e isso mostra a negligência do Estado com o problema da violência contra a mulher. A sociedade continua sendo violenta. Várias das 22 mulheres assassinadas já tinham registrado algum tipo de ocorrência contra o agressor e nada foi feito”.

Leonor defende uma mudança do comportamento de instituições de Estado, como as delegacias de Atendimento à Mulher e as forças de segurança em geral, o Ministério Público e os órgãos governamentais que prestam atendimento de mulheres ameaçadas, para que a proteção seja garantida às mulheres que denunciam.

Segundo Cláudia Macedo, da organização Coturno de Vênus – Associação Lésbica de Brasília, ainda há o problema de casos de feminicídios contra lésbicas, como o assassinato de Anne Mickaelly, jovem esfaqueada pelo pai da namorada em janeiro deste ano depois de um pedido de casamento. Episódios como esse, diz Macedo, não são contados e considerados com essa especificidade.

A ativista, uma das organizadoras do ato, relatou à Agência Brasil que diversas organizações feministas e de lésbicas já cobraram medidas do Poder Público. A Câmara Distrital organizou no ano passado uma audiência pública sobre o tema. O problema também está no Judiciário. Ela cita como exemplo uma das mulheres assassinadas, que teve o pedido de medida protetiva negado pela juíza responsável pelo caso.

“A gente criou um grupo de trabalho sobre feminicídio na secretaria de políticas para mulheres do GDF e nada foi feito. A gente vem, ano após ano, reivindicando, seja no Executivo seja no Legislativo, e as mortes não param porque o Estado não se responsabiliza”, disse a ativista à Agência Brasil.


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Ricardo Callado14/09/20186min

O pré-candidato à presidência da OAB/DF, Délio Lins e Silva Jr., recebeu na noite desta quinta-feira (13) o apoio de mais um grupo de cerca de 500 advogados, que se reuniram numa churrascaria de Ceilândia para formalizar a adesão ao Movimento Advocacia Mais Forte. Os pré-candidatos a presidente e vice da Subseção de Ceilândia, Leonardo Rabelo e Otanylda Badú Gonçalves, respectivamente, aproveitaram o encontro para anunciar que se licenciaram no início da semana dos cargos que ocupam na atual diretoria para aderir ao Movimento – acompanhando o gesto da atual vice-presidente da OAB/DF, Daniela Teixeira, presente ao evento e que no último dia 10 oficializou seu afastamento da entidade para se unir à pré-candidatura de Délio Lins e Silva Jr.

“Isso confirma a coerência do nosso grupo e do nosso modo de agir. São atitudes para deixar claro, na prática, que não aceitamos o uso político da máquina institucional nas eleições da Ordem”, reforçou Délio Jr., que desde o início de julho já protocolou dois requerimentos junto à OAB/DF pedindo providências nesse sentido e regras claras para acompanhamento dos gastos no período eleitoral. Os requerimentos propõem, inclusive, que o pré-candidato da situação, Jacques Veloso, atual secretário geral da entidade, se licencie do cargo. “O objetivo é evitar que quem ocupa cargos de direção influencie as intenções de apoio para o pleito. Queremos uma campanha em iguais condições para todos os concorrentes”, enfatizou.

Acompanhado dos pré-candidatos ao Conselho da Subseção, Gerson Wilder e Newton Rubens, Leonardo Rabelo revelou que Ceilândia compactua com a mesma preocupação. “Pedimos licença por não concordar com o uso abusivo da máquina que já estamos observando nessa eleição”, afirmou, declarando-se muito feliz pelo “erro de cálculo” na estimativa dos presentes ao lançamento do Movimento Advocacia Mais Forte na cidade: eram esperados em torno de 150 advogados e comparecerem mais de 450, o triplo. “Atuo há 12 anos região é com essa experiência que posso afirmar: a advocacia de Ceilândia é forte e não pode mais aceitar ser vinculada à pecha de ‘advocacia de fundo de quintal’ que costuma predominar em relação às Subseções no DF”, protestou. “Nós temos demandas e propostas próprias que vamos agregar ao projeto que Délio está construindo. Vamos trabalhar juntos e juntos vamos pra frente”.

Já a pré-candidata a vice-presidente, Otanylda Badú Gonçalves, a Nilda, lembrando que a Subseção de Ceilândia tem hoje aproximadamente 600 advogados inscritos, reforçou: “Estamos com Délio e o próprio nome do seu Movimento já diz exatamente o que queremos: uma advocacia mais forte e plural, que não discrimine as Subseções nem as advogadas mulheres, que traga para a nossa cidade todos os serviços que a Ordem oferece no Plano Piloto e que, especialmente, nos defenda de verdade nas violações das nossas prerrogativas, que aqui são constantes nas delegacias de polícia e no Fórum”, revelou.

Délio Jr. fez questão de ressaltar que o Movimento Advocacia Mais Forte propõe justamente essa igualdade de direitos e tratamento aos advogados e advogadas do DF. “O nosso Movimento que reavivar em cada um de vocês a força e o orgulho de ser advogado. A OAB precisa voltar a ser de todos os advogados, valorizando os competentes e combativos colegas das Subseções e defendendo enfaticamente os direitos de todos nós, em qualquer situação – é inaceitável o que aconteceu essa semana com a colega do Rio de Janeiro, que foi discriminada por ser mulher, negra e exigir o cumprimento de suas prerrogativas durante uma audiência em Juizado Especial, saindo dali algemada, humilhada e presa sem que nenhum dos colegas presentes fizesse nada por ela”, criticou Délio. “Nós estamos ali representando, além dos nossos clientes, a sociedade. Prerrogativa não é favor, é um direito constitucional da classe e uma das prioridades do Movimento Advocacia Mais Forte. Convidamos a todos para virem construir esse projeto com a gente”.



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