Arquivos Brasil - Blog do Callado

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Ricardo Callado21/02/20192min

Por Vitor Abdala

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), calculada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cresceu 2,7% na passagem de janeiropara fevereiro deste ano.
Com essa que foi a quarta alta consecutiva, o indicador chegou a 98,5 pontos, em uma escala de zero a 200, o maior patamar desde abril de 2015 (102,9 pontos). Na comparação com fevereiro de 2018, a ICF teve alta de 13,1%.

Nos dois tipos de comparação (mensal e anual), os sete componentes do indicador tiveram alta. Em relação a janeiro, a maior alta foi observada no momento para a compra de bens duráveis, que cresceu 4,4%. Outro crescimento importante foi percebido na perspectiva de consumo (3,4%).

Na comparação com fevereiro de 2018, as maiores altas foram observadas no nível de consumo atual (22%) e na perspectiva de consumo (20,2%).

Segundo a CNC, o cenário de inflação baixa e de queda gradual do desemprego tem impulsionado o consumo das famílias nos últimos meses. Outro ponto que explica a alta é a sinalização de que os juros básicos deverão permanecer inalterados no curto prazo, o que contribui para o resgate das condições de consumo a prazo.

A CNC acredita que, neste semestre, a ICF deverá continuar crescendo, superando as avaliações predominantemente pessimistas dos últimos quatro anos.


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Ricardo Callado20/02/20193min

Fórmula de cálculo substituirá fator previdenciário

Por Kelly Oliveira e Wellton Máximo

Atualmente, os benefícios do INSS são calculados da seguinte forma: sobre 80% da média do salário de contribuição para a Previdência incide o fator previdenciário, que mistura expectativa de vida e tempo de contribuição. A aplicação do fator previdenciário resulta em aposentadorias mais elevadas para quem trabalha mais tarde e em benefícios menores caso a expectativa de vida da população aumente.

Pelas novas regras, o trabalhador com 20 anos de contribuição começará recebendo 60% da média das contribuições, com a proporção subindo dois pontos percentuais a cada ano até atingir 100% com 40 anos de contribuição. Caso o empregado trabalhe por mais de 40 anos, receberá mais de 100% do salário de benefício, algo vetado atualmente.

Durante o período de transição de 12 anos, no entanto, o limite de 100% continuará valendo, tanto para o setor público como o privado. Segundo o secretário de Previdência da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Leonardo Rolim, o novo cálculo é mais simples que o fator previdenciário.

A proposta de reforma da Previdência está sendo detalhada no Ministério da Economia. Participam da entrevista o secretário especial adjunto de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco; o secretário de Previdência, Leonardo Rolim, e o secretário adjunto de Previdência, Narlon Gutierre. Também dão explicações o procurador-geral adjunto de Gestão da Dívida Ativa da União, Cristiano Neuenschwander, e o diretor de Programa da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Felipe Portela.


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Ricardo Callado20/02/20193min

Por Mariana Tokarnia

O resultado da segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) será divulgado hoje (20) na internet. Os pré-selecionados têm até o dia 27 para fazer a matrícula.
Os estudantes devem comparecer às instituições com os documentos que comprovam as informações prestadas na ficha de inscrição. Cabe aos candidatos verificar os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. A lista da documentação necessária está disponível na página do programa.

Algumas instituições podem exigir dos candidatos aprovados que façam uma prova. Os estudantes devem verificar, no momento da inscrição, se a instituição vai aplicar processo seletivo próprio.

Aqueles que não forem selecionados na segunda chamada têm ainda a chance de integrar a lista de espera nos dias 7 e 8 de março.

Inscrições

Ao todo, 946.979 candidatos se inscreveram na primeira edição do ProUni deste ano, de acordo com o Ministério da Educação. Como cada candidato podia escolher até duas opções de curso, o número de inscrições chegou a 1.820.446.

Nesta edição, são ofertadas 243.888 bolsas de estudo em 1.239 instituições particulares de ensino. Do total de bolsas, 116.813 são integrais e 127.075, parciais, de 50% do valor das mensalidades.

O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. Em contrapartida, o programa oferece isenção de tributos às instituições que aderem ao programa.

Os estudantes selecionados podem pleitear ainda Bolsa Permanência, para ajudar nos custos dos estudos, e podem também usar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para garantir parte da mensalidade não coberta pela bolsa do programa.


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Ricardo Callado19/02/20194min

Por Alana Gandra

A venda de combustíveis no mercado brasileiro mostrou estabilidade no ano passado, com 136,060 bilhões de litros comercializados e aumento de 0,025% em relação aos 136,026 bilhões vendidos em 2017. Os dados foram apresentados hoje (19) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no Rio de Janeiro.
O diretor-geral da ANP, Décio Oddone, defendeu a adoção de preços relacionados à paridade de importação. Segundo Oddone, isso é fundamental para atrair investimentos. “Todos se beneficiam com isso. Queremos, cada vez mais, trazer transparência para o mercado. Precisamos decidir se queremos continuar com monopólio, oligopólio, intervenção no mercado, ou se queremos transparência e um mercado competitivo”, afirmou.

Apesar da relativa estabilidade, alguns setores já sinalizam recuperação. O crescimento do óleo diesel B de 2017 para 2018 foi de 1,4%, o que indica movimento de recuperação da economia.  Contribuíram para esse crescimento a expansão do licenciamento de veículos novos, em especial ônibus e caminhões, e o aumento da venda de máquinas agrícolas.

Por outro lado, a comercialização do etanol hidratado subiu 42,1%, passando de 13,642 bilhões de litros em 2017, para 19,385 bilhões de litros no ano seguinte, motivada, em grande parte, pelo ganho de competitividade frente à gasolina C nos estados maiores produtores de etanol. O querosene de aviação cresceu 7,6%, motivado pela expansão do setor de aviação.

Gasolina

O relatório da ANP revela também que a gasolina diminuiu o volume comercializado em 13,1% em relação a 2017, caindo de 44,150 bilhões de litros para 38,352 bilhões de litros, no ano passado. O mesmo percentual de queda foi observado no etanol anidro (misturado à gasolina). Já o etanol total, que é a soma de anidro e hidratado, aumentou 16,3%, passando de 25,563 bilhões de litros para 29,740 bilhões de litros.

As vendas de biodiesel cresceram 25,3% (de 4,302 bilhões de litros em 2017 para 5,391 bilhões de litros em 2018). O crescimento foi resultado do aumento da mistura obrigatória ao diesel em março de 2018 de 8% (B8) para 10% (B10), informou a ANP. Os dados revelam ainda que a comercialização de gás liquefeito de petróleo (GLP) caiu 1% (de 13,389 bilhões metros cúbicos para 13,257 bilhões metros cúbicos), em função do aumento dos preços médios ao longo do ano, embora o PIB industrial tenha crescido 3% de um ano para o outro.

O levantamento indica também recuo de 31,6% na comercialização de óleo combustível (de 3,385 bilhões de litros para 2,316 bilhões de litros). O gás natural veicular (GNV) mostrou expansão de 12,3% no volume comercializado, passando de 5,395 milhões de metros cúbicos por dia para 6,056 milhões de m³/dia.

De acordo com a ANP, as importações dos principais derivados de petróleo diminuíram 24,5% entre 2017 e 2018, devido à combinação da retração na demanda interna e do aumento da produção nacional desses produtos. No caso dos biocombustíveis, foi registrada queda de 84% das importações em razão do aumento da produção nacional.


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Ricardo Callado16/02/20196min

Relógios devem ser atrasados em uma hora

Por Karine Melo

Motivo de alegria para uns e de tristeza para outros, o horário de verão termina à zero hora deste domingo (17). Com isso, os relógios terão que ser atrasados em uma hora (voltarão para 23h) nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
O horário de verão de 2018 começou no dia de 4 novembro para moradores de 10 estados e do Distrito Federal. Até 2017, o horário de verão tinha início no terceiro domingo de outubro, mas atendendo um pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o então presidente Michel Temer alterou o início do horário para que não coincidisse com o primeiro e o segundo turno da eleição.

Viagens

Com o fim do horário de verão, é comum a confusão nos primeiros dias, por isso, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) emitiu um comunicado alertando passageiros para que fiquem atentos aos horários nos bilhetes aéreos. Vale o que está escrito no bilhete, pois eles são emitidos conforme a hora local vigente na data da viagem.

Segundo a entidade, a informação da partida se refere ao horário na cidade de origem e a da chegada ao horário da cidade de destino. Dessa forma, os bilhetes emitidos sempre consideram, além das diferenças de fuso, as diferenças resultantes do início ou fim do horário de verão. Em caso de dúvida, os passageiros devem buscar informações no site da companhia aérea ou por meio dos canais de atendimento telefônico.

Celulares

As operadoras de telefonia alteram automaticamente os relógios dos aparelhos celulares. Mas o usuário deve ficar atento se a alteração foi de fato realizada.

Horário de verão em 2019

Este ano, a adoção do horário de verão ainda é uma incógnita, e cabe ao presidente Jair Bolsonaro decidir.

No ano passado, estudos da Secretaria de Energia Elétrica (SEE), do Ministério de Minas e Energia (MME) em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), apontaram que em termos de economia de energia, a medida não tem sido eficiente, já que os resultados alcançados foram próximos à “neutralidade”. O horário de verão foi criado no país com o intuito de economizar energia, a partir do aproveitamento de luz solar no período mais quente do ano.

“A aplicação da hora de verão, nos dias de hoje, não agrega benefícios para os consumidores de energia elétrica, nem tampouco em relação à demanda máxima do sistema elétrico brasileiro, muito em função da mudança evolutiva dos hábitos de consumo e também da atual configuração sistêmica do setor elétrico brasileiro”, destaca o documento enviado à Casa Civil.

Segundo a assessoria do MME, não há previsão de balanço sobre os resultados obtidos com o horário de verão de 2018. “Serão realizadas novas análises anuais técnicas dos resultados do ciclo 2018/2019 e, quando concluídas, serão encaminhadas à Presidência da República, a quem cabe a decisão de manter ou não o horário brasileiro de verão”, informou a assessoria do MME.

No Distrito Federal, região onde o consumo, per capita, de energia residencial é o maior do país, desta vez, o horário de verão registrou, segundo a Companhia Energética de Brasília (CEB), redução de 2,7% da demanda diária por energia no horário de pico, ou 30MW.

De acordo com o diretor de distribuição da CEB, Dalmo Rebello, é como se a energia de uma cidade como o Guará, localizada a 12 quilômetros do centro da capital federal, com cerca de 126 mil habitantes, fosse desligada nesse período no horário de pico. O especialista acrescenta que o horário de verão é importante para que o sistema, que nessa época, tem a demanda aumentada pelas altas temperaturas, não tenha uma sobrecarga.


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Ricardo Callado15/02/20191min

Por Pedro Marra

Um homem foi condenado a 1.008 anos de prisão por abusar sexualmente da enteada. A sentença foi proferida pela Justiça de Fernandópolis, cidade do interior de São Paulo (SP).

O criminoso iniciou os abusos quando a menina tinha seis anos e só terminou quando a mãe se separou do acusado, cinco anos depois. Uma tia que visitava a família foi quem relatou os abusos à polícia.

Como foram comprovados 63 estupros, o cálculo foi multiplicado pela pena de 16 anos prevista para o crime hediondo.


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Ricardo Callado15/02/20194min
Setor cresceu 2,7% em 2017 e é promessa de emprego garantido nos próximos anos
Em tempos de promoção da boa forma e do bem-estar, o mercado de estética é impulsionado pela força do marketing nas redes sociais e pela ação dos influenciadores digitais. Mesmo depois da maior recessão da história do país, o segmento de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos cresceu 2,7% em 2017, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC).

A mesma pesquisa mostra que o Brasil ocupa a quarta posição no ranking mundial do setor, respondendo por cerca de 6,9% do mercado consumidor mundial, atrás apenas de Estados Unidos, China e Japão. Não é à toa que, no país, o setor é o segmento industrial que mais investe em pesquisa e desenvolvimento.

A relevância do Brasil nessa área não é recente. Segundo a revista Stylist, a mulher brasileira gasta anualmente 11 vezes mais com produtos de beleza do que as mulheres inglesas. É claro que isso reflete em uma demanda crescente por mão-de-obra qualificada. Dados da ABIHPEC mostram que os serviços de beleza, representados pelos salões, empregaram 1,33 milhão de pessoas, em 2017. As franquias abriram 221 mil vagas, à frente da indústria, que garantiu 120,5 mil postos de trabalho.

Capacitação

A expectativa é que esse mercado expanda cada vez mais, investindo em segmentação, com produtos e atendimentos cada vez mais personalizados para abocanhar uma parcela ainda maior de clientes fiéis, explorando principalmente as plataformas digitais. “É um mercado que está em ascensão no Brasil. O maior desafio hoje é a capacitação. O profissional que escolhe a área da estética tem que estar disposto a buscar sempre especialização e atualização no que se dispõe a atuar”, explica Luiza Blush, coordenadora do curso de estética da faculdade Unyleya.

Uma opção rápida e mais barata para quem deseja ingressar no mercado de trabalho, ou até mesmo para aqueles que já trabalham na área e querem se capacitar, reciclar ou buscar novos conhecimentos, é o curso técnico de estética, com duração de dois anos. Uma das vantagens dessa modalidade em relação à graduação (que tem duração de quatro anos) é que o único pré-requisito é ter concluído ou estar cursando o 2º ano do Ensino Médio. O curso também é indicado para quem trabalha em outros segmentos, mas procura por melhores oportunidades profissionais.

O profissional do ramo é conhecido como esteticista. Ele atua no tratamento e embelezamento corporal, facial e capilar. Sua área de atuação inclui centros de estética, salões de beleza, SPAs, clínicas e hospitais, auxiliando nutricionistas, dermatologistas, fisioterapeutas e cirurgiões.

Embora o negócio ainda seja dominado por mulheres, tanto em relação à composição do mercado de trabalho quanto ao público alvo, a participação maior dos homens está revolucionando o setor. “Essa é uma tendência mundial. O público masculino já representa 30% da clientela nas clínicas de estética, segundo a Associação Brasileira de Clínicas e Spas (ABC Spas). Esse número chega a 35% quando o assunto é compras de produtos para cuidar da aparência. Cresceu também o número de profissionais do sexo masculino no mercado de trabalho”, indica Blush.


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Ricardo Callado14/02/20193min

Uma investigação feita pela nova gestão do MEC pode dar início à Lava Jato da Educação. A afirmação foi feita nesta quinta-feira, 14, pelo ministro, professor Ricardo Vélez Rodríguez, em reunião de assinatura do protocolo de intenções que tem como objetivo apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública no âmbito do MEC e de suas autarquias nas gestões anteriores. O acordo é o marco inicial para uma ampla investigação interministerial.

Dos vários casos apurados até agora, foram apresentados exemplos emblemáticos, como favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais. A audiência deu transparência ao funcionamento e atos do MEC, seguindo as orientações do presidente Jair Bolsonaro para todos os ministérios e instituições federais.

O documento foi assinado pelos ministros da Educação; da Justiça, Sérgio Moro; da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, e pelo Advogado-Geral da União, André Mendonça. Também participou da reunião o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, que será peça fundamental na apuração dos fatos.

A investigação é uma das principais metas em desenvolvimento pelo ministério dentro do plano de ações dos 100 primeiros dias. A partir de agora, o MEC encaminhará os documentos necessários para que Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia-Geral da União (AGU) e Controladoria-Geral da União (CGU) possam aprofundar as investigações, instaurar inquéritos e propor as medidas judiciais cabíveis.

O ministro da Justiça, o advogado-geral da União, o ministro da Controladoria-Geral da União e o diretor-geral da Polícia Federal elogiaram a iniciativa do ministro da Educação e se colocaram à disposição para apurar todos os casos apresentados. De acordo com Vélez Rodríguez, o intuito é ser totalmente transparente para a sociedade. “Queremos apurar todos os desvios praticados por pessoas que usaram o MEC e as suas autarquias como instrumentos para desvios.”


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Ricardo Callado14/02/20193min

Por Mariana Tokarnia

Termina hoje (14) o prazo de inscrição para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os candidatos devem acessar o site do Fies para tentar uma vaga no programa, que financia cursos superiores em instituições privadas.
O resultado da pré-seleção será divulgado no dia 25 de fevereiro. Ao todo, serão ofertadas 100 mil vagas na modalidade juro zero e 450 mil na modalidade P-Fies.

Podem participar os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010, e obtiveram nota média nas provas igual ou superior a 450. Além disso, não podem ter zerado a redação.

Na hora da inscrição, é possível escolher até três opções de curso entre aqueles com vagas disponíveis dentro do grupo de preferência, que também é escolhido pelo estudante de acordo com o perfil e interesse.

Modalidades

O Fies oferece duas modalidades. A primeira é financiamento com juro zero para os estudantes que tiverem renda per capita mensal familiar até três salários mínimos. Nessa modalidade, o aluno começará a pagar as prestações respeitando o limite de renda.

A segunda é a denominada P-Fies, destinada aos estudantes com renda per capitamensal familiar até cinco salários mínimos. A modalidade funciona com recursos dos fundos constitucionais e de Desenvolvimento e com recursos dos bancos privados participantes.

Os bolsista parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni), ou seja, aqueles que têm bolsa de 50% da mensalidade, poderão participar do processo seletivo do Fies e financiar a parte da mensalidade não coberta pela bolsa.

Cronograma

O Fies oferece financiamento para cobrir os custos das mensalidades de instituições privadas de ensino superior. Na página do programa está disponível uma sessão de perguntas e respostas.

Os candidatos pré-selecionados na modalidade Fies deverão acessar o FiesSeleção e complementar a inscrição para contratação do financiamento no sistema, no período de 26 de fevereiro a 7 de março. A pré-seleção dos participantes da lista de espera será de 27 de fevereiro a 10 de abril.


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Ricardo Callado14/02/20192min

Aumento foi de 16,8% na comparação com 2017

Por Kelly Oliveira

O lucro líquido do Banco do Brasil chegou a R$ 12,862 bilhões, em 2018, com aumento de 16,8% na comparação com o ano anterior. Os dados foram divulgados hoje (14).

A carteira de crédito ampliada (empréstimos mais as operações com títulos, valores mobiliários privados e garantias) totalizou R$ 697,3 bilhões e cresceu 1,8% em 12 meses.

O crédito para as empresas cresceu 0,7%, no quarto trimestre do ano, em relação ao trimestre anterior. O crédito para micro e pequenas empresas voltou a crescer após 15 trimestres consecutivos de queda, alcançando R$ 39,5 bilhões, aumento de 1,2% sobre setembro de 2018.

A carteira rural apresentou desempenho positivo de 5,6% na comparação anual (R$ 8,9 bilhões).

Segundo o banco, a carteira de crédito para pessoas físicas cresceu 7,6% em 12 meses (R$ 13,4 bilhões), devido ao desempenho positivo em crédito consignado (R$ 3,8 bilhões), da alta de 8,7% do financiamento imobiliário (R$ 3,9 bilhões) e crescimento de 13,7% nas operações de cartão de crédito. O empréstimo pessoal cresceu 55,2% em 2018 e alcançou R$ 7,3 bilhões.

O índice de inadimplência (atrasos acima de 90 dias) ficou em 2,53% em dezembro de 2018

Em 2018, as receitas com prestação de serviços cresceram 5,8% na comparação com 2017, alcançando R$ 27,5 bilhões.



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