Ricardo Callado, Autor em Blog do Callado

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Ricardo Callado21/08/201810min
A candidata do GDF também defendeu a liberação do uso das faixas exclusivas fora dos horários de pico. “Não justifica ver elas livres e o pessoal preso nas outras vias. Tem que flexibilizar”
Candidata se diz a favor do diálogo (Foto Rafaela Felicciano / Metrópoles)

A candidata ao Governo do Distrito Federal (GDF) pela coligação Juntos de Você, Eliana Pedrosa (Pros), foi a primeira convidada da sabatinas do portal Metrópoles. Na manhã desta desta terça-feira (21/8), Eliana respondeu perguntas de sindicalistas e de jornalistas. O evento foi transmitido ao vivo em todas as redes sociais do portal: Facebook, Twitter e YouTube.

A coligação Juntos de Você, encabeçada por Eliana Pedrosa, tendo como vice Alírio Neto (PTB), é composta pelo Pros, PTB, PHS, Patriota, PMN, PTC e PMB.

Ao Metrópoles, Eliana afirmou que o diálogo é uma forma de despertar interesse da população. “Hoje as pessoas estão estarrecidas com tantas notícias de corrupção. Esta é uma oportunidade de mostrar a nossa intenção e o nosso propósito, além de proporcionar o retorno de uma esperança com a política que a gente não pode perder”, afirmou.

Veja os principais pontos da entrevistas na matéria dos jornalistas Isadora Teixeira e Ricardo Taffner:

Família e denúncias

Eleita deputada distrital por três vezes, em 2002, 2006 e 2010, foi secretária de Desenvolvimento Social do Distrito Federal. Eliana Pedrosa está pela segunda vez na disputa ao Buriti. Nas eleições de 2014, chegou a ser anunciada pelo PPS, mas não fechou aliança para vice de José Roberto Arruda (PR). Por fim, saiu para deputada federal, mas não conseguiu se eleger. Antes de iniciar carreira na política, atuava em empresas da família.

De família dona de empresas que prestam serviços ao GDF, Eliana disse que vai abrir mão dos contratos. “Vamos sair, caso seja eleita. Já tivemos 18 contratos com o governo e hoje temos apenas três”, disse. No entanto, ela disse que manterá as terceirizações, em caso de vitória, nos serviços de vigilância, limpeza, informática e telefonia. “Dentro dessas áreas, sim, mas as atividades fins o governo tem que preservar”, defendeu.

A candidata garantiu, ainda, que o irmão Eduardo Pedrosa não terá participação em sua eventual gestão. Ele foi citado em investigações como a da máfia dos sanguessugas, que apurou o desvio de recursos públicos em aquisições de ambulâncias. “Já não participou em nenhuma das ações enquanto fui deputada e secretária. Ele tem vida pessoal, é empresário e tem empresas fora de Brasília. Agora, ele, como meus amigos, me ajudam na caminhada política.”

Sobre um suposto envolvimento dela na denúncia do Ministério Público do DF de provimento de cargos com desvio de finalidade na Fundação Câmara Legislativa, Eliana disse que na época estava à frente de secretaria e não na CLDF. “Nunca tolerei que ninguém recebesse contrapartida salarial sem dar seu melhor. Não tenho nada a esconder sobre isso”, pontuou. Ela também refutou qualquer ligação com as suspeitas de irregulares nos cemitérios do DF, alvo de CPI da casa distrital.

Gestão

Sobre a promessa de reduzir em 50% os radares eletrônicos no DF, Eliana disse que a população pode assumir a responsabilidade sobre o controle da velocidade. “Não precisamos ter mais pardais assim. Eles têm que vir com visão educadora e não de arrecadação. Eu ando nas ruas e só enxergo pardais”, avaliou. A ex-distrital também defendeu a liberação do uso das faixas exclusivas fora dos horários de pico. “Não justifica ver elas livres e o pessoal preso nas outras vias. Tem que flexibilizar”, afirmou.

Ainda na mobilidade, ela disse que vai estudar uma possível redução no valor das passagens de ônibus. A representante do Pros lembrou que há uma investigação em relação ao DFTrans sobre desvio de recursos. “Se isso for verdade e puder economizar, a gente pode até sonhar em abaixar um pouquinho.”

Eliana considerou, ainda, ser possível diminuir o valor dos impostos no Distrito Federal. “Recentemente, o governador aumentou o IPTU. Começar a reduzi-los já é um bom caminho”, afirmou.

Na sabatina, a candidata falou em criação da Secretaria de Gestão Estratégica. “É fundamental para fazer acompanhamento de todas as ações do governo”, disse. Também pretende criar a Agência Brasília de Turismo. “Uma empresa de eventos para dar mais celeridade na captação para a cidade.” Ela afirmou, ainda, não ter intenção de diminuir o número de pastas.

Servidores

Eliana Pedrosa (Foto Rafaela Felicciano / Metrópoles)

No primeiro bloco do programa, com perguntas feitas pelos sindicatos parceiros, Eliana afirmou que irá encaminhar o pedido de paridade da Polícia Civil com a Federal. “Também faremos o equacionamento da PM e do Corpo de Bombeiros e nivelar, pelo líquido, com a Civil”, prometeu.

Sobre a terceira parcela do reajuste dos servidores, que deveria ter sido paga em 2015, afirmou que irá efetivá-las de imediato, caso vença: “Se nós aumentarmos a eficiência arrecadatória, dá para cumprir perfeitamente esses aumentos requeridos e que já estão, inclusive, em lei”.

A respeito da conversão em pecúnia das licenças-prêmio, a buritizável declarou que fará uma programação com a participação dos interessados. “De início não dá para quitar tudo em um ano. Depende da nossa capacidade de melhorarmos a nossa arrecadação”, completou.

Na área da Saúde, Eliana mostrou-se contrário ao Instituto Hospital de Base. “Queremos trabalhar com a volta da fundação hospitalar, com o modelo já experimentado e que deu certo”, esclareceu.

Na Segurança, prometeu reabrir as delegacias que, atualmente, fecham as portas durante o período da noite. “Para isso, podemos chamar os que estão aposentados há até cinco anos, principalmente para os serviços administrativos”, explicou. Ela também pretende criar um banco de horas de 20h mensais para cobrir o horário em que os policiais realizam os flagrantes.

Dinâmica

A dinâmica da sabatina funcionará da seguinte forma: primeiro, o candidato fará uso da palavra por um minuto para se apresentar. Em seguida, responderá perguntas elaboradas pelas entidades sindicais patrocinadoras do evento – os questionamentos foram previamente gravados e serão exibidos em um telão. Por fim, os jornalistas indagarão os postulantes ao Palácio do Buriti. No total, a conversa terá duração de 1 hora e 15 minutos.

Serão realizadas perguntas das seguintes entidades: Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (SindSaúde), Sindicato dos Professores do DF (Sinpro), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol), Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepo), Sindicato da Categoria dos Peritos Oficiais Criminais (SindiPerícia) e o Sindicato dos Bancários de Brasília.


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Ricardo Callado21/08/20185min

Por Delmo Menezes

A empresária Paula Belmonte (PPS) lança nesta sexta-feira (24) a partir das 20h, a sua candidatura à deputada federal. A empresária se coloca como uma opositora dos privilégios para políticos e levanta a bandeira da educação como forma de mudar o país. O evento será no Espaço Arena Hall, em Vicente Pires na EPTG.

Casada com o advogado Luís Felipe Belmonte, mãe de seis filhos, Paula é uma mulher forte, persistente, que não desiste de lutar por seus objetivos, mesmo em situações adversas.

De acordo com especialistas, no Distrito Federal o processo de renovação tanto na Câmara Legislativa, quanto na Câmara Federal será bastante significativo. Dentre os vários nomes que oficializaram sua candidatura pela primeira vez, a administradora Paula Belmonte já pontua bem nas pesquisas de intenções de votos.

Uma das bandeiras defendidas por Paula, é a sua luta em defesa das crianças e da renovação na política. “As crianças precisam estar assistidas desde a idade do berçário. Além dos estímulos educacionais a partir dos primeiros anos de vida, trata-se de uma questão socioeconômica. A mãe que matricula o filho em uma creche pode voltar à ativa e ser mais uma força de trabalho”. Segunda ela, “o abandono das crianças interfere diretamente em questões como saúde e segurança pública. É por esse motivo que é urgente um pacto pela infância em todo o Brasil. E quem tem que assumir essa consciência é quem está no poder”, ressalta Paula.

Segundo a empresária, “o jovem precisa ter o amparo do Estado para aprender uma profissão, seja no ensino técnico ou superior. Com emprego e geração de renda para mais pessoas, vários outros problemas são resolvidos ou minimizados, por isso a importância de oferecer alternativas”, explica a candidata pelo PPS.

André Brandão, Paula Belmonte, Luís Felipe Belmonte e Pr. Enoque na Tenda da Libertação no Guará. Foto: Agenda Capital

Outro tema defendido por Paula Belmonte é a Educação. “É preciso investir mais em educação, nos ensinos técnico e profissionalizante, e estimular os jovens a aprender e a empreender. Isso sem deixar de olhar para quem termina o ensino regular. A educação tem que ser prioridade sempre, sobretudo sua qualidade. Nossos jovens estão abandonados, sem oportunidades, e esse quadro precisa mudar, logo”.

A empresária também quer ampliar o debate sobre a atuação do parlamentar. Para ela, deputados e senadores precisam ter independência e combater as regalias. Paula Belmonte abrirá mão de privilégios em seu mandato. “Não apenas vou abrir mão. Vou lutar para que o Congresso Nacional elimine abusos”, garante.

De acordo com os organizadores do evento, são aguardados mais de 10 mil pessoas no lançamento oficial de Paula Belmonte à Câmara dos Deputados.

Da Redação do Agenda Capital


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Ricardo Callado21/08/20183min

Por Karine Melo

O futuro político do deputado afastado Paulo Maluf (PP-SP), em prisão domiciliar, deve ser decido até amanhã (22). Apesar de há uma semana o advogado do parlamentar, Antônio Carlos de Almeida Castro, ter dito que Maluf poderia renunciar ao mandato, nesta terça-feira (21), procurado pela Agência Brasil, ele disse que ainda aguarda o ex-prefeito de São Paulo se manifestar. Com a cassação iminente, Maluf tem sido aconselhado a renunciar para evitar mais desgaste. “Como é uma questão personalista, não falei com ele hoje e não vou pressionar, ele vai me dar uma resposta quando tiver”, disse o advogado.

Caso não renuncie, já está marcada para amanhã (22), às 11h, na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma reunião da Mesa Diretora da Casa, na qual, segundo o corregedor-geral da Câmara, deputado Evandro Gussi (PV-SP), “de uma maneira ou de outra, com renúncia ou sem renúncia”, a Câmara decidirá sobre a situação de Maluf.

Histórico

Em maio do ano passado, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Maluf a 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão por lavagem de dinheiro e determinou que a Mesa Diretora da Câmara decretasse a perda do mandato. A decisão ainda não foi tomada porque um grupo defende que o plenário deve decidir sobre a cassação e não a Mesa da Casa. Outro grupo entende que a Câmara está descumprindo a determinação judicial.

O deputado Paulo Maluf ficou preso entre dezembro e março no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, mas ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar devido a “graves problemas de saúde”, conforme alegou sua defesa em recurso aceito pelo ministro do STF Dias Toffoli. Aos 86 anos de idade, o ex-prefeito de São Paulo tem com problemas cardíacos, ortopédicos, além de câncer de próstata e diabetes.


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Ricardo Callado21/08/20184min

Levantamento é do Diap após registro de candidaturas no TSE

Por Ana Cristina Campos

Estudo do Departamento Intersindical de Assessoria Paralamentar (Diap) mostra que 79% dos 513 deputados federais tentarão a reeleição em outubro. Projeção da entidade aponta que 75% deles devem se reeleger. O levantamento foi feito com base após o registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com o Diap, o número de candidatos à reeleição (407) na Câmara ficou um pouco abaixo da média dos últimos sete pleitos (408), porém maior que na eleição de 2014, quando 387 tentaram renovar seus mandatos.

Dos 106 que não vão se recandidatar para a Câmara, 31 não vão concorrer a nenhum cargo neste pleito e 75 disputam outros cargos. Destes, 40 concorrem ao Senado; 11 são candidatos a vice-governador; nove disputam o governo do estado; sete tentam vaga de deputado estadual; seis são suplentes de candidatos ao Senado; e dois são candidatos à Presidência da República.

Na avaliação do analista político Neuriberg Dias, um dos autores do levantamento, a expectativa e o sentimento da população por renovação na Casa serão “frustrados”neste pleito.

Segundo Neuriberg Dias, o alto índice dos que vão tentar novo mandato com a continuidade dos grupos políticos (bancada rural, empresarial, evangélica, da bala e de parentes) que já estão no poder traz o risco de que a próxima composição da Câmara seja mais conservadora que a atual. “O perfil do Congresso Nacional será mantido. Esses grupos detêm muitos seguidores e pode ter até retrocesso”, disse o analista político.

Além de emendas parlamentares, os que estão se recandidatando têm outras vantagens em relação a um novo candidato: nome e número conhecidos, bases eleitorais consolidadas, cabos eleitorais fiéis, acesso mais fácil aos veículos de comunicação, estrutura de campanha, com gabinete e pessoal à disposição, em Brasília e no estado.

O levantamento também indica que as mudanças na legislação que reduziram o tempo de campanha de 90 para 45 dias e do período eleitoral gratuito de 45 para 35 dias são outros dos motivos para a baixa renovação da Câmara.

“As mudanças na legislação eleitoral com a criação do fundo eleitoral e a janela partidária (período no qual foi permitida a troca de partido sem perda de mandato) permitiram aos deputados e senadores negociarem melhores condições na disputa da reeleição, como prioridade no horário eleitoral e na destinação dos recursos do fundo eleitoral”, avalia o Diap.


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Ricardo Callado21/08/20181min

Morreu hoje (21), em São Paulo, o jornalista, escritor e ensaísta Otavio Frias Filho, de 61 anos.

O diretor de redação da Folha de S. Paulo lutava contra um tumor no pâncreas e estava internado no Hospital Sírio Libanês, na capital paulista

Por 34 anos comandou a Folha de S. Paulo, promovendo mudanças e buscando atualizações. Era conhecido por ser um inquieto.

Foi um dos responsáveis pela implantação do “Manual da Folha”, que define o estilo característico do veículo.

Formado em direito e com pós-graduação em ciência política, escreveu peças de teatro e livros.

Nos últimos anos, escrevia uma coluna no caderno Ilustríssima, de cultura.


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Ricardo Callado20/08/20185min

Relatório divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, FBSP, realizado em Brasília entre os dias 20 e 22 de agosto e relativo aos dados de 2017, revela que o Distrito Federal é a unidade da federação que menos investe em segurança pública de todo o Brasil. Segundo a organização, a capital federal também está entre as que menos investem na área, por habitante. As constatações vêm ao encontro às denúncias que tem sido feitas pelo Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF) de que o atual governo desvia recursos federais do Fundo Constitucional do DF para outras áreas, contrariando a função principal do fundo e descumprindo a Constituição Federal.

“O Governo do Distrito Federal não utiliza nenhum centavo das receitas arrecadadas pelo Tesouro Local em segurança pública. Todas as despesas do segmento – polícia e corpo de bombeiros militar e polícia civil – são pagas com recursos da União, por meio do Fundo Constitucional do Distrito Federal. A destinação desses recursos foi determinada pelo legislador da constituinte de 1988, que em fixou no artigo 21 da nova constituição que compete à União manter a segurança pública da capital de todos os brasileiros” explica Rodrigo Franco, presidente do Sinpol-DF.

Segundo o FBSP, o Distrito Federal utilizou apenas 4,1% do orçamento total em despesas na função de segurança pública em 2017. É a pior colocação entre todas as 27 unidades da federação avaliadas. Nesse quesito, o Distrito Federal foi o pior avaliado nos últimos três anos. Esse pode ser uma das causas da sensação de insegurança e da violência das quais a população da capital tem sido vítima.

O levantamento de dados do FBSP ainda constatou que, entre todas as unidades da federação, o Distrito Federal é um dos que menos faz investimentos per capita, em segurança pública. O GDF gastou R$269,00 (duzentos e sessenta e nove reais) por habitante no ano passado. O numero foi um pouco melhor do que em 2016, cujo valor foi de R$241,00 (duzentos e quarenta e um reais). Mesmo assim, a Capital Federal investiu menos em segurança pública do que os estados de Amazonas, Goiás, Sergipe e Alagoas. Na relação de despesas, por habitante, Brasília só foi mais eficiente do que Piauí, Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte. A diferença é que estes estados não recebem bilhões de reais da União, todos os anos, para manterem a Segurança Pública.

“A falta ou diminuição de investimentos em segurança pública e, principalmente, na polícia investigativa, comprovados agora por uma organização isenta e independente como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública chancelam o que o Sinpol já vem questionando nos últimos anos. Nossos alertas têm incomodado o atual governo que, na nossa percepção, manipula dados estatísticos na intenção de maquiar uma falsa impressão de que tudo está bem, quando claramente não está. As causas dessas políticas de falta de transparência e de desvalorização na área tem reflexo direto na população do DF, que recentemente sente agravarem-se os crimes contra o patrimônio, os crimes de conotação sexual, os crimes contra as mulheres e os crimes de corrupção na administração pública”, afirma o presidente do Sinpol.

Segundo Rodrigo Franco, para virar o jogo no combate à corrupção e à criminalidade em geral, é preciso que um novo Governo aposte e invista mais no segmento de segurança pública, combatendo a criminalidade com mais policiamento nas ruas e com mais inteligência e investigação. “Recursos suficientes há, principalmente no Fundo Constitucional. Para tanto, o próximo governador precisará ver a segurança pública como uma prioridade e cumprir a lei e a constituição”, completa.


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Ricardo Callado20/08/20183min

Por Lara Dias

As Eleições no Brasil no ano de 2018, serão realizadas no dia 7 de outubro e caso houver segundo turno acontecerá em 28 de outubro. Estarão em disputa os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador de estado e do Distrito Federal, senador, deputado federal, estadual. De acordo com a legislação em vigor, a Lei n.º 9.504/1997, art. 59, § 3.º, o eleitor escolherá o seu candidato na urna eletrônica, obedecendo à seguinte ordem de votação: deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador primeira vaga, senador segunda vaga, governador e por fim presidente da República.

Um dos determinantes do sistema político eleitoral é a propaganda eleitoral. A propaganda eleitoral se realiza em momentos pré-eleitorais, com a intenção de alcançar o maior número possível de votos. Para Ferreira, configura-se como uma técnica de argumentação e apresentação ao público, organizada e estruturada de forma a induzir conclusões ou pontos de vista favoráveis a seus anunciantes.

A propaganda eleitoral tem muitas regras e todas elas precisam ser respeitadas. É importante se atentar a algumas das mudanças que ocorrerão em relação à eleição passada, de 2014.

O descumprimento das regras do que é vetado na propaganda eleitoral, segundo as normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), podem acarretar à pena de multa de 1 mil a 50 mil, a depender do ato. Além disso, o candidato poderá estar sujeito a alguns meses de detenção, entre outras punições.

No dia da eleição, as pessoas que não fizeram o recadastramento biométrico devem levar um documento oficial no dia da votação, como RG, carteira de habilitação ou caso preferir, poderá baixar o aplicativo E-Título. Essa nova ferramenta substitui o tradicional título de eleitor físico por um documento virtual. Além das informações básicas encontradas no título de eleitor em papel, a versão digital do documento oferece algumas coisas a mais, como quitação eleitoral, dados de cadastro biométrico e mapa com o local de votação com a zona (lugar) e seção eleitoral (sala) de cada cidadão.

Fonte: Escritório de Advocacia Valença, Lopes e Vasconcelos.


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Ricardo Callado20/08/20181min

A Caixa teve lucro líquido de R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre do ano, um crescimento de 63,3% em relação ao primeiro semestre de 2017, o que representa o maior resultado já alcançado pelo banco em um semestre. A carteira de crédito finalizou o primeiro semestre com saldo de R$ 695,3 bilhões, um recuo de 2,9% em 12 meses. Os números foram apresentados na manhã de hoje (20) pela direção do banco na capital paulista.

O índice de inadimplência registou 2,5%, um recuo de 0,4% em comparação ao primeiro trimestre do ano, permanecendo estável em relação ao primeiro semestre de 2017. A média do mercado é de 3,6%.

A Caixa também mantém a liderança no mercado de crédito imobiliário, com 69,3% de participação no mercado. A carteira imobiliária registrou um saldo de R$ 436,5 bilhões, um aumento de 3,6% em 12 meses.

A poupança cresceu 8,4% em 12 meses, com saldo registrado de R$ 283,2 bilhões no primeiro semestre do ano, um avanço de 8,4% nos últimos 12 meses.


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Ricardo Callado20/08/20183min
Com uma inflação estimada em 1.000.000% neste ano pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, lança hoje (20) um pacote de medidas que inclui o chamado “Madurazo”, que é  corte de cinco zeros da moeda local, que se chamará bolívar soberano.

Porém, o governo define o atual momento de “ponto de reflexão”. “Vamos desmontar a perversa guerra do capitalismo neoliberal”, afirmou o presidente.

Segundo a autoridades da Venezuela, haverá um novo redesenho da política fiscal e tributária do país, incluindo subsídios para a gasolina, reajustada em quatro pontos percentuais, e a definição de câmbio único, que flutuará de acordo com as definições do Banco Central Venezuelano.

A nova moeda venezuelana, cujo símbolo é Bs.S., tem cinco zeros a menos em comparação ao bolívar, que coexistirá para operações bancárias menores.

As novas notas de Bolívar soberano são de 2, 5, 10, 20, 50, 100, 200 e 500 já estão nos bancos e serão colocadas em circulação ainda nesta segunda-feira. Os símbolos das notas têm referência ao petróleo, pois a Venezuela tem grandes reservas.

Dona das maiores reservas mundiais de petróleo, a Venezuela observa o encolhimento da sua economia.

De 1913 até este ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do país foi reduzido pela metade, segundo o FMI, que prevê uma inflação superior a 13.000% em 2018 e um índice de desemprego de 36% até 2022.

Superar a grave crise econômica, social e política será o maior desafio de Maduro. O que se passa na Venezuela também preocupa os países vizinhos, que estão enfrentando uma crise humanitária na região, pois eles não têm estrutura para absorver os milhares de venezuelanos que fogem da hiperinflação e do desabastecimento.


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Ricardo Callado20/08/20183min

Tribunais de Justiça de todos os estados e do Distrito Federal começam hoje (20) esforço concentrado para julgar casos de violência contra a mulher que tramitam nesses órgãos. O mutirão é parte da 11ª edição da Semana Justiça pela Paz em Casa, promovida há cinco anos. No total, em todas as edições, ocorreram 140 mil audiências, foram definidas 127 mil sentenças e expedidas 65 mil medidas protetivas.

De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), atualmente, tramitam mais de 1 milhão de processos relativos à violência doméstica na Justiça brasileira. Justamente para tentar acelerar a conclusão desses casos, a campanha ocorre três vezes por ano: em março, em homenagem ao Dia da Mulher; em agosto, para marcar a promulgação da Lei Maria da Penha, e em novembro, durante a semana internacional de combate à violência de gênero, estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Um levantamento sobre as iniciativas das varas e juizados especializados nesses crimes para esta semana mostra metas como a de Goiás, onde mais de mil audiências de processos referentes à Lei Maria da Penha estão previstas. Apenas em Goiânia, estão agendados 200 julgamentos. No Rio de Janeiro, o objetivo é realizar 1.391 audiências e, na Paraíba, mais de 400 audiências, até 24 de agosto.

No Piauí, estão previstas 300 audiências preliminares, de instrução e julgamentos no Fórum Central de Teresina. Em Porto Velho, dois Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher farão, em média, 50 audiências por dia durante a semana, totalizando 268 audiências. Apenas em junho deste ano, tramitaram 6.772 processos nos dois Juizados. Em Mato Grosso do Sul, estão programadas 150 audiências concentradas no tema.

Os tribunais também organizam, ao longo da campanha, debates e exposições com delegados especializados, promotores e outros profissionais que atuam nas investigações desse tipo de violência.



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